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domingo, 27 de fevereiro de 2011

Dez Maneiras de Amar a Nós Mesmos



1 - Disciplinar os próprios impulsos.
2 - Trabalhar, cada dia, produzindo o melhor que pudermos.
3 - Atender aos bons conselhos que traçamos para os outros.
4 - Aceitar sem revolta a crítica e a reprovação.
5 - Esquecer as faltas alheias sem desculpar as nossas.
6 - Evitar as conversações inúteis.
7 - Receber o sofrimento o processo de nossa educação.
8 - Calar diante da ofensa, retribuindo o mal com o bem.
9 - Ajudar a todos, sem exigir qualquer pagamento de gratidão.
10 - Repetir as lições edificantes, tantas vezes quantas se fizerem necessárias, perseverando no aperfeiçoamento de nós mesmos sem desanimar e colocando-nos a serviço do Divino Mestre, hoje e sempre.
Xavier, Francisco Cândido.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

SERÁ ADOLESCENCIA OU ABORRESCENCIA?










Adolescência, Crescimento dos Filhos e Conflitos (II)

c) A Arte de Gerir Conflitos Com os Adolescentes

A adolescência é um tempo de desafio e mudança, tanto para os filhos como para os pais. Por um lado, os pais pensam que os seus filhos adolescentes ainda não são suficientemente crescidos e responsáveis para lhes permitirem as coisas que eles pedem e exigem. Por seu lado, os adolescentes argumentam que os pais continuam a considerá-los como se fossem crianças.

Para superar as tensões próprias desta fase é fundamental haver muito diálogo e regras bem definidas. É normal que a cedência em relação à autonomia dos filhos se vá operando de modo gradual e progressivo. Uma norma sábia é os pais irem permitindo e cedendo autonomia aos filhos adolescentes na medida em que estes vão dando provas de responsabilidade. Os pais devem ter presente de que amar e ajudar os seus filhos nesta etapa também implica firmeza e coerência.

Eis algumas sugestões para os pais facilitarem com sabedoria e segurança o nascimento da autonomia dos filhos:

*Devem existir regras claras e bem definidas, as quais devem conter limites razoáveis tendo em conta o crescimento e a responsabilidade de que os filhos deram provas.

*Os pais devem permitir que o adolescente experimente as consequências dos seus comportamentos, apesar da vontade de os proteger.

Os pais devem tornar claro que, enquanto pais, têm direitos, como por exemplo:

*Direito a viver numa casa limpa, pedindo aos filhos adolescentes para ser desarrumados e, sobretudo, para arrumar as coisas depois de as terem utilizado.

*Os pais também têm direito a esperar boa educação em casa e cooperação nas tarefas domésticas.

*Têm direito a viverem tranquilos, sabendo que os seus filhos adolescentes se portam correctamente na escola.

* Os filhos adolescentes devem compreender a importância de avisar os pais das suas saídas e dos locais para onde vão. De facto, os pais têm direito a dormir em paz sem estarem sobressaltados pelo facto de não saberem onde os seus filhos se encontram.

*É normal os pais esperarem que os seus filhos cresçam gradualmente como pessoas responsáveis, a fim de não terem que andar sempre a tomar conta deles como se fossem crianças. Isto é importante para os adolescentes, pois ajuda-os a compreender melhor as razões pelas quais eles devem crescer em maturidade e atenção.

*Ao afirmarem esses seus direitos, os pais devem transmitir muito amor e apoio aos seus filhos adolescentes.

Os pais não podem esquecer que além dos seus direitos também têm deveres. Eis alguns desses deveres:

*Os pais tem o dever de mostrar muita ternura e compreensão pelos seus filhos adolescentes.

*Devem repetir muitas vezes aos seus filhos expressões deste tipo:

*Amo-te muito e quero continuar a amar-te e a apoiar-te.

*Quero proporcionar-se uma cada vez maior autonomia, à medida em que vais dando provas de maturidade e responsabilidade.

*Eu sei que tenho o dever de estar atento ao teu crescimento e reconhecer que, na verdade, já não és uma criança.

*Quero cumprir este dever sagrado, mas preciso que me ajudes, dando-me provas de que posso confiar em ti.

*Serás sempre o nosso filho ou a nossa filha, aconteça o que acontecer.

*Mas também te queria dizer que as coisas erradas que fazes nos fazem sofrer muito.

*Quando te portas bem tornas-te para nós um ídolo. Só nos apetece falar de ti a toda a gente!

*Espero e confio em ti no sentido de que também tu saberás cumprir os teus deveres, a fim de me ajudares a cumprir os meus.

*Os filhos adolescentes têm direito a saber com clareza o que os pais esperam deles e quais são os seus limites. Os filhos ganham força e respeito pelos pais quando estes são claros e firmes na afirmação das expectativas e esperanças que depositam neles.

*Os pais não se podem esquecer de que a virtude mais importante a cultivar no trato com os filhos adolescentes é a paciência.

*Os próprios adolescentes precisam de muita paciência para aprenderem a lidar com os seus problemas, sobretudo com as interrogações que emergem dentro deles de maneira impetuosa.

* Os pais devem esforçar-se no sentido de se controlarem e não se deixarem dominar por uma ansiedade excessiva, acabando por recorrer irreflectidamente aos castigos.

*O recurso fácil ao castigo não ajuda os adolescentes a crescer em maturidade, nem lhes dá mais força para modificar o seu comportamento.

*Os pais não podem esquecer que os adolescentes têm necessidade de sentir que os pais se preocupam com eles, sobretudo quando estão com problemas.

*Além disso devem encorajar sempre os filhos e elogiá-los quando eles fazem coisas acertadas e importantes.

*Os pais não devem pôr-se a discutir com os filhos adolescentes sobre coisas secundárias como por exemplo: Estilo do cabelo, modas extravagantes, estilos musicais etc.

*Lembrem-se de que os filhos adolescentes não devem ser tratados como se fossem crianças.

*Quanto mais os pais tratarem os filhos adolescentes como pessoas crescidas e responsáveis mais eles se sentirão fortes para agir como tal.

*Os pais não se podem esquecer de que uma autonomia adequada, uma justa separação e consciência da própria dignidade e identidade são passos importantes para os adolescentes atingirem a maturidade pessoal.

*É importante que os pais não fiquem em pânico se virem que o seu filho adolescente cometeu um erro. Lembrem-se de que, por vezes, aprendemos muito com as consequências dos nossos erros.

Eis em forma de síntese alguns aspectos importantes que os pais devem ter em consideração para facilitar o amadurecimento dos seus filhos adolescente:

*Recuse-se a argumentar sobre a validade ou não validade de uma decisão que lhe pareça justa.

*Não preste atenção a lágrimas, ou gritos de rejeição se a sua decisão lhe parece a melhor para o seu filho.

*Tente ignorar os seus próprios sentimentos de culpa, de raiva, de remorso, a fim de não se descontrolar na relação com o seu filho adolescente.

*Tenha presente de que a educação é uma tarefa que implica amor firme, mas nunca é demagogia ou tirania.

*Sintonize com as alegrias do seu filho quando este está feliz e com as suas tristezas quando estiver a sofrer.

*Mostre claramente que está do lado do seu filho, mas não interfira nem se intrometa no campo da sua intimidade. Se não respeitar este princípio, o seu filho adolescente negar-lhe-à a entrada nos seus assuntos mais pessoais e, deste modo, não o poderá ajudar. Não substitua o seu filho, a fim de ele se tornar mais responsável.

*Oiça e seja aberto às opiniões dos filhos, mesmo que isso, por vezes, lhe custe.

Os pais não podem esquecer-se de que o mundo do adolescente de hoje é muito diferente do mundo dos adultos. Além disso devem ter presente que a maneira de ser adolescente nos nossos dias é muito diferente da maneira de ser adolescente há trinta ou quarenta anos atrás.

d) Os Pais e as Mentiras dos Adolescentes

Uma das coisas que mais desorienta os pais é a detenção de algumas mentiras nos adolescentes. Antes era uma criança incapaz de mentir, dizem, mas agora parece outra pessoa! É assim mesmo. O ser humano, sem deixar de ser o mesmo vai sendo de modo sempre diferente. Somos seres em construção.

Os adolescentes farão tudo para conseguir conquistar a sua autonomia ainda que seja preciso mentir aos próprios pais. A mentira na adolescência e a agressividade nos adolescentes deve ser entendida nesta perspectiva. O facto de irritarem os pais tem para eles um significado de afirmação pessoal: “Estão irritados comigo. Isto é a prova de que não me dominam nem controlam. A minha vida pertence-me, por isso não quero estar sujeito às suas regras”.

O adolescente tem uma grande necessidade de grupos de amigos e companheiros. Muitas vezes, o rompimento das normas dos pais é não apenas a tentativa de reforçar a sua autonomia como também ser leais para com os companheiros. O adolescente põe com frequentemente a lealdade para com os companheiros à frente da lealdade paras com os pais. Eis a razão de alguns desajustes como mentiras, quebra de promessas, descuido em relação à hora de entrar em casa e outros.

Nesta etapa as regras tornam-se-lhes intoleráveis, pois são o sinal de que, afinal, os pais continuam a dominar. A maneira de os pais aliviarem esta tensão é estabelecerem as normas e os horários em diálogo com os próprios adolescentes. Não devemos valorizar estes desajustes em termos de falta moral. Na realidade a quebra do acordo não lhes parece uma coisa moralmente errada, pois resulta da fidelidade aos amigos e da conquista da sua autonomia.

A mentira do adolescente é a expressão de um conflito. A mentira ocasional facilita o estabelecimento de um espaço privado, uma área na qual os pais não têm controle. Os pais têm de aceitar que é uma atitude irrealista esperar que o adolescente diga sempre a verdade. Os pais devem compreender que não é possível conhecer todas as coisas que os seus filhos adolescentes fazem.

O importante é saberem que os filhos estão a controlar os diversos aspectos da sua vida. Mas não pretendam saber tudo o que lhes acontece, pois iriam detectar muitas mentiras. Os pais devem impor regras como, por exemplo, não queremos que tragas para casa companheiros que consomem drogas.

Talvez esta reflexão nos ajude a concluir que não devemos valorizar muito as mentiras detectadas nos adolescentes. Com efeito, neste período confuso, uma mentira verbal significa para eles um mal menor. Os pais não devem concluir que, devido a essas pequenas mentiras, o seu filho se está a estruturar como um adulto mentiroso. O próprio adolescente anseia ultrapassar esta situação que, na verdade, não o deixa satisfeito.

Os pais não devem evitar falar muitas vezes das mentiras detectadas nos filhos ou dizer-lhes que, a partir de agora já não confiam neles. Eis alguns princípios que podem facilitar o diálogo com os seus filhos:

*Procure compreender o que o seu filho ou filha estão realmente dizendo. Lembre-se de que o adolescente, muitas vezes, não queria dizer aquilo que, de facto, disse. Com frequência, ele exprime ideias que logo a seguir lamenta. Na verdade, o que ele disse não corresponde à verdade dos seus sentimentos. Em vez de ficarem apreensivos com algumas afirmações chocantes, os pais devem fazer perguntas, a fim de ver o alcance e o sentido dessas afirmações.

*Evite dar muitos conselhos, pois estes são indesejados e, por isso, ineficazes. Em vez de dizer: “eu bem te disse que devias estudar, caso contrário o resultado seria desastroso”. É preferível dizer: “Sinto que estás preocupado com o resultado dos testes. Tens alguma ideia sobre o modo de superar este problema?”

*Evite pôr-se à defesa face a algumas acusações dos filhos adolescentes. Se, por exemplo, face às proibições em relação à droga, o filho lhe responder: “Sim mas tu bebes e, muitas vezes perturbas o ambiente familiar por causa do álcool”, não procure justificar o seu procedimento. Pelo contrário, pense que ele está preocupado e magoado com esse seu procedimento. Neste caso seria melhor responder: “sinto que estás preocupado e irritado com este meu problema, mas não deves pensar que a minha proibição em relação ao uso de drogas implica menos amor por ti”.

*Diga o que tem a dizer e retire-se. O adolescente fará tudo para o picar e criar enfrentamento. Os pais devem evitar discussões que acabariam por os descontrolar e tirar eficácia ao que disseram. Não tente lutar usando uma argumentação que acabaria por se revelar totalmente inútil.

*Distinga bem a diferença entre dar apoio ao seu filho, escutando-o e sujeitá-lo a interrogatórios inoportunos. Os interrogatórios irritam-no, pois isso é sentido como mais uma tentativa para o controlar. O adolescente detesta tudo o que se pareça com uma tentativa de controlo. Mostre-se solidário com os seus problemas, mas respeite muito a sua privacidade. Se o vir muito preocupado, pergunte-lhe se haverá alguma coisa que possa fazer para o apoiar. Mostre-se disponível e se ele se abrir, disponha-se totalmente para seguir em frente a sua ajuda.

*Se o filho adolescente lhe comunicar uma experiência daquelas que mais assustam os pais, não perca o controlo nem parta a loiça. Tente salvar tudo o que é possível salvar.

*Procure aprender a divertir-se com o seu filho adolescente. Por vezes umas piadas e brincadeiras realizam maravilhas no sentido de criar uma comunicação profunda.

*Reconheça os sentimentos e ideias expressas pelo seu filho. Nunca ponha a ridículo os sentimentos que ele lhe comunicou. Muitas vezes a solução de um problema está apenas no facto de ter sido escutado, compreendido, aceite e não julgado.

*Evite muitas palavras e sobretudo evite dar muitas receitas e moralismos. Por vezes um toque no ombro ou um abraço faz mais que muitas palavras e receitas morais.

Em Comunhão Convosco

Calmeiro Matias


obs: texto retirado do blog:

http://calmeiro-matias.blogspot.com/2010/10/adolescencia-crescimento-dos-filhos-e_9401.html



sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

CARTA A EXCELENTISSIMA SENHORA PRESIDENTA DO BRASIL DILMA ROUSSEF




Exa. Sra. Presidente Dilma, estou lhe escrevendo, mesmo estando ciente que nunca irá ler essa carta, pois eu sou apenas e simplesmente uma brasileira, quero disser, mais uma que sofre com injustiças e as corrupções da vida. Mas na fé e esperança que quem ler possa ter o poder de lhe ao menos avisar que escrevi.
Mas mesmo assim resolvi me desabafar, em meu nome e de todos que passam pelo mesmo problema.
Sou mãe, sou avó e toda minha vida batalhei muito, trabalhei de sol a sol para nunca faltar nada para minhas filhas, não posso dessa epoca me queixar, pois tinha uma vida normal, muita saude, para ir e vir quando e como quisesse, acordava cedo enfrentava transito, condução lotada, tinha um emprego digno e honrado, onde com meu salario consegui dar as minhas filhas o melhor possivel, mas infelizmente como acidentes acontecem, final de 1995 eu estava em meu terceiro dia das minhas merecidas férias, já imaginando o que eu poderia fazer para ganhar um dinheiro extra, fui levar minha filha mais velha que estava com 15 anos e já trabalhando na mesma empresa que eu, nessa epoca eu me encontrava com apenas 36 anos... estacionei o carro e quando estava andando na calçada tropecei, escorreguei em uma pedrinha e a rotula do meu joelho se partiu bem ao meio, perdi as forças da perna e fui ao solo, com ajuda de pessoas de uma fisioterapia que havia proxima fui para o hospital, onde fizeram a cirurgia da fratura, e ai excelentissima acabou minha vida...
Com o diagnostico que em tres meses eu estaria andando normalmente, fiquei aliviada, nem imagina o que me aguardava...
Da cirurgia me deu trombose, e por uma seguencia de erros medicos, ficou sequela, fiquei mais de ano fazendo fisioterapia, deitada em uma cama, pois não podia colocar o pé no chão e muita dor, minha mais velha com 16 e minha caçulinha com 6, depois de 6 meses do ocorrido comecei a receber da previdencia (INSS) mas apenas auxilio doença, pois eu me encontrava de ferias, já imaginou 6 meses sem receber com duas filhas necessitando de mim? Eu deitada em uma cama?, quando meu ortopedista me disse:-seu caso é atípico, como você dobra a perna 50% vou lhe dar alta da fisioterapia, pois nada mais mudará...
O vascular mandou eu voltar nele de ano em ano, mas nenhum me deu alta para voltar trabalhar, eu já estava em desespero, fui na pericia que estava agendada e praticamente obriguei o perito a me dar alta, mesmo tendo uma dor terrivel, eu já conseguia com almofada na perna colocar o pé na embrenhagem já podia ir trabalhar, grande engano meu, a dor só aumentando, na minha terceira falta fui demitida, ai meu drama piorou, emprego com carteira assinada não conseguia por causa da perna e comecei a fazer bicos, trabalhei de motorista particular, como prestadora de serviço, trabalhei transportando pessoas para tratamento de CA, que vinham de outro Estado e até outros paises, levava passear, fazia companhia para compras, enfim, eu os acolhia e ajudava nesses dias tão dificeis que é o tratamento dessa doença terrivel.
Eu me mudei para RS, uma pequena cidade sendo que lá eu arrumei um emprego onde os patrões era pessoas muito boas, me “aturaram” lá por mais de dois anos, mesmo eu faltando por causa de problemas de saude.
Lá no RS foi onde um médico vascular me disse:- não tem mais o que fazer em sua perna, tem que ficar deitada , daqui um tempo começará abrir feridas que serão dificeis de fecharem é o começo da necrose.
Ai Sra. Presidenta que caiu minha ficha, tantos anos indo ao vascular, reclamando de dor, inchaço, caimbrãs, perda de equilibrio, eles me davam voltarem e analgesicos e me mandavm ficar em repouso, eu na minha ignorancia acreditava que ficaria boa um dia, afinal, eu fazia o tratamento só não ficava muito de repouso..
Hj aos 51 anos, com pressão alta, depressão, labirintite, esofagite, hernia de hiato e tive minha segunda trombose, tenho laudos dos medicos de saude publica, a medica da UBS que é medica da familia que me acompanha, vasculares que vou onde a UBS agenda, gastro e tudo mais que sou encaminhada, remedios e muito analgesico os peritos do INSS que me veem menos de 5 min. Dentro de sua sala falam que não tenho incapacitada para o trabalho, então os médicos de saude publica e eu mentimos? estamos fraudando o meu direito de assegurada? NÃO sou uma vagabunda que não quer trabalhar, NÃO estou fraudando os milhões da previdencia que todos os dias assistimos indignados nos noticiarios. Não quebrei minha rotula de proposito e muito menos consegui coagular o sangue em minhas veias para me aposentar, não sofro a 15 anos por que quero ou muito menos porque gosto, mas sei que tenho direito no minimo a ter problemas de saude com dignidade e receber do INSS.
E ninguem pode me ajudar?
Então excelentissima senhora presidenta do Brasil Dilma Roussef?
A senhora tem uma resposta para mim?
Agradeço sua atenção

SERÁ QUE OBTEREI ALGUMA RESPOSTA?
Cyda Ferraz
Publicado no Recanto das Letras em 09/02/2011
Código do texto: T2781302

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Celebre as vitórias.




Meus amigos copiei do blog da minha Jane, http://jane-snosrestaviver.blogspot.com/
quero dividir com vcs.




Celebre as vitórias.

Compartilhe o sucesso, mesmo as pequenas conquistas, com pessoas queridas. Grite, chore, encha-se de energia para os desafios seguintes.

21 - Perdoe!

Se você quer continuar com uma pessoa, enterre o passado para viver feliz. Todo mundo erra, a gente também.

22 - Arrisque!

O amor não é para covardes. Quem fica a noite em casa sozinho, só terá que decidir que pizza pedir. E o único risco será o de engordar.

23 - Tenha uma vida espiritual.

Conversar com Deus é o máximo, especialmente para agradecer. Reze antes de dormir. Faz bem ao sono e a alma. Oração e meditação são fontes de inspiração.

24 - Muita Paz, Harmonia e Amor... sempre!
Roberto Shinyashiki

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

TIRANDO A MASCARA DO RELACIONAMENTO “PERFEITO”.





- Eu não aguento mais! Foi a primeira reclamação da minha amiga que eu não a via um tempinho.

- O Edgar está dificil, tudo ele reclama, tudo pensa que vai mudar...

Mas meu Deus eu o conheço a 25 anos, moramos no mesmo teto a mais de 23, não o conheci a 25 horas ou dias ou semanas ou sei lá o que... mas minha amiga eu realmente não o estou reconhecendo. Minha vontade é simplesmente sumir.

- Calma Doris, você não é a privilegiada que passa por isso, infelizmente, 99,9% passam por isso, só não falam, não tem com quem desabafar, e 0,01% não passam porque se separam antes...

Fica calma minha amiga, respire fundo, coloque no papel as qualidades dele do outro lado os defeitos e se a lista das qualidades for maior ainda vale a pena.

Doris foi embora até rindo da situação.

Fiquei pensando na Doris e em varias amigas que conheço e as estorias que vou ouvindo e vivendo tambem, pois quando temos nossos filhos pequenos, temos tantas tarefas que não notamos a nossa real relação com o marido (e vice-versa) quando nos deparamos novamente somente ele e você, pois os filhos estão grandes, cada um vivendo sua vida, ou mesmo que não temos filhos, estamos aposentados e 24hs juntos...

Passamos a não mais idealizar o parceiro (a) de nossos sonhos, acreditamos que quando mais tempo casados mais amigos, cumplices, parceiros e principalmente companheiros nos tornaremos, mas caimos na real, alguns derrepente, outros aos poucos e outros acordam bem despertados para a realidade.

Vemos que cada um tem sua vida paralela a nossa, um universo onde não tem espaço para “nós” mas para “eu perfeito, maravilhoso e sem defeito”.

Uma disputa de poder foi se instalando, nunca saberemos quando ou onde, pois não percebemos, primeiro vira uma bifurcação e cada um vai para um lado, onde os sonhos deveriam irem juntos, se separam e se dissolvem como sal na água e fica esse amargo em nosso amago e perguntamos de 5 em 5 minutos, onde foi que errei?

Quando isso começou?

E não encontramos respostas, então temos novamente uma “bifurcação” continuamos “casados” e vamos engolindo e nos magoando como se tudo estivesse maravilhoso como em conto de fadas ou pegamos outro caminho, nos separamos onde todos se assustaram pois depois de tantos anos casados, mas ninguem sabe a solidão que foram esses anos...

E agora onde poderiamos viver juntos, dividindo a vida, somente à dois, como sempre pensavamos que seria, nos deparamos com indiferença, vemos o (a) parceiro (a) se empolgar com todo mundo, principalmente os homens viram tio “sukita” acreditam que as meninas irão dar bola pois eles não aceitam envelhecerem, e você assiste de camarote e pensa:

-Meu Deus onde está o homem por quem me apaixonei? E não lembra que ele tambem pensa a mesma coisa, afinal, eles nos mudaram tanto que nem nós nos reconhecemos mais.

Pois sempre a mulher acredita que irá mudar o homem mas é sempre o contrario, viramos amarga, mau humoradas, rejeitadas ou completamente ao contrario, nos agarramos onde nos sentimos melhor, onde encontramos menos solidão.

E não é solidão de pessoas, solidão de coração, d’alma essa realmente doi, doi muito e de verdade.

Muitos vivem uma falsa felicidades que até chegam a acreditar que são felizes mesmo, e vamos deixa-los pensando assim.

A vida tem que ser vivida dia a dia, onde temos momentos muito felizes, outros um pouco menos e outros sem felicidades nenhuma, mas temos consciencia que tudo passa, seja bom ou seja ruim, passa. O ruim demora mais pois nos machuca, mas infelizmente sobrevive apenas em nosso amago, pois a vida sempre continua.

O principal problema é que quando encontramos a pessoa que queremos “dividir” nossas vidas nós a idealizamos, e a enxergamos como nós queremos que ela seja, os defeitos são minimos e nós podemos muda-los....

E ai começa o nosso verdadeiro castelo de areia, esquecemos que a pessoa é um ser humano formado, com todas as qualidades e defeitos que possa ter, que o tempo não irá muda-lo, os defeitos irão ficarem enormes que muitas vezes cubrirão as qualidades e o castelo se desmorona.

Mas isso é um mal do ser humano independentemente do sexo, as mulheres extrapolam um pouco mais, até por terem um lado romantico, mas o homem tambem cai nessa armadilha e depois se acham que foram enganados.

Uma coisa é certa: enganados foram os dois, mas não pelos parceiros mas por nós mesmo.

O dia que conseguirmos não idealizarmos mais o perfeito, pois NÃO existe, aceitarmos o outro como realmente ele é... com certeza os relacionamentos serão mais consistentes mais cumplices e até mais amorosos. E com certeza será...até que a morte NOS separe...

Autora: Cyda Ferraz